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Dica para o feriado:




You’ll know you’re doing the right thing when it begins to hurt. Nothing good comes easily.
Quando sair do emprego
1. Quando seus objetivos não forem os mesmos da agência
Você quer fazer um trabalho criativo e a agência, não. Você é competente mas a empresa valoriza a politicagem. Você não respeita o novo chefe. Você não aguenta o clima da agência. Em vez de ficar reclamando, é melhor sair.
2. Perder o tesão
Faça o teste da meia: se você demora mais de 10 minutos para colocar as meias de manhã, é porque perdeu o tesão. Em vez de ficar acomodado, fique incomodado. Quando tudo e todos na agência parecem insuportáveis, é hora de mudar.
3. Receber uma proposta incrível
Não estou falando de dinheiro apenas. Às vezes uma proposta irrecusável é até para ganhar menos. É preciso avaliar a possibilidade de crescer profissionalmente, de aprender mais, de fazer o que gosta.
Esse fragmento de texto é do livro “Criação sem pistolão”, do brilhante Carlos Domingos. O livro é para iniciantes na carreira criativa (publicidade, principalmente), mas tem coisas ótimas de serem relembradas, mesmo para quem tem anos de profissão.
*Post dedicado aos amigos Thaisa e Ricardo Don.

Wilde

Requiem for a Dream. Amo.
A dança liberta.

There’s a passage I got memorized, seems appropriate for this situation: Ezekiel 25:17.
“The path of the righteous man is beset on all sides by the inequities of the selfish and the tyranny of evil men. Blessed is he who, in the name of charity and good will, shepherds the weak through the valley of darkness, for he is truly his brother’s keeper and the finder of lost children. And I will strike down upon thee with great vengeance and furious anger those who attempt to poison and destroy my brothers. And you will know my name is the Lord when I lay my vengeance upon thee!”.
Jules Winnfield



“Frankly, my dear, I don’t give a damn”
